Parabéns aos melhores leitores de maio!!!
Diogo Amaral, nº8, 5ºC (7 livros)
Núria Silva, nº20ºE (6 livros)
Parabéns às turmas que requisitaram mais livros !!!
2º Ciclo: 5ºC com 125 livros
3º Ciclo: 8ºE com 12 livros
Boas leituras!

Objetos
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Livros
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Cesto de fruta
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O Homem Que Tinha Uma Árvore na
Cabeça
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Taça de arroz
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Animais
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Os Animais Fantásticos
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A Escrita do Livro
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O Livro Que Só Queria Ser Lido
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Núria Silva
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N.º 20
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8ºE
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Inês Santos
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N.º 10
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8ºE
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Lourenço Piçarra
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N.º8
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5.º D
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Marta Coelho
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N.º 17
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5.º E
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Daniel Pedro
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N.º 6
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8.º B
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Larissa Simões
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N.º 10
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6.º C
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Réka Péter
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N.º 18
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9.º E
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Rodrigo
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N.º 15
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5.º D
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Gonçalo Vieira
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N.º 11
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7.º A
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Alexandre
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N.º 1
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6.º D
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Filipe Sousa
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N.º 7
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7.º A
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Vicente Veiga
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N.º 28
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7.º A
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Mariana Correia
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N.º 15
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6.º C
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Matilde Godinho
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Nº 17
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9ºA
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Ana Rita Fernandes
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Nº 1
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9ºD
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Beatriz Leite
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Nº 3
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9ºD
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Leonor Ramos
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Nº 19
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9ºD
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Mª Beatriz Martins
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Nº 20
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9ºD
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Versão da história imortalizada por Shakespeare no final do século XVI, esta adaptação para o público infanto-juvenil caracteriza-se não só pela presença das magníficas ilustrações de Octavia Monaco como pela aproximação ao discurso oral, uma vez que a sua narração visa responder à curiosidade de uma criança sobre esta história. A narrativa, à qual foi modificado o título pela alteração da ordem das personagens, ao combinar um conjunto de motivos contraditórios, amor e ódio, vida e morte, alegria e tragédia, aventura e suspense, torna-se intemporal e ganha contornos de mito. As ilustrações recriam, com expressividade, o universo onde se movem as personagens, sugerindo movimentos e cristalizando as emoções dominantes, em particular o amor que une os protagonistas.
Recensão retirada daqui:http://www.casadaleitura.org/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_lm_fichaLivro&id=825 Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz, é um livro que se multiplica em viagens, mas desta vez literais e não simplesmente metafóricas, por livros indispensáveis da literatura universal (juvenil e não só). Trata-se da história de Elias Bonfim, que parte páginas adentro, em busca do pai, que se perdeu nos livros que lia, ou que, no fundo, se deixou devorar pelos livros que devorava. O rapaz de doze anos percorre rigorosamente, no sentido exacto das palavras, a enorme biblioteca, que pertencera ao pai, no sótão da avó. Começa pela ilha do Dr. Moreau, de H.G.Wells, e daí para Stevenson, Dostoievski, Italo Calvino, Bradbury ou Borges foi um salto, que não deixou de lado a Bíblia, a Divina Comédia ou as pequenas narrativas de Lao Tse, que assombram a vida de Elias Bonfim, mesmo no mundo real, fora dos livros, se é que existe vida fora deles. A dado momento, aliás, é Raskolnikov, o próprio protagonista de Crime e Castigo que explica: As «personagens de carne são exactamente como nós, os de papel e letras negras».
Recensão completa em:
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