segunda-feira, 16 de setembro de 2013
BEM-VINDO à Biblioteca da Escola de Alapraia!
Vem: ler um livro, fazer pesquisas, requisitar um livro, fazer trabalhos, estudar, ver um filme, visitar exposições, participar em concursos, conhecer as novidades...
Aguardamos por ti!
Boas Leituras!
quarta-feira, 20 de março de 2013
Exposição de fotografias “No tempo em que…até os animais vão gostar de ler”
A propósito da exposição lançámos o desafio, aos alunos da
Escola, de fotografarem os seus animais de estimação a ler livros!
As fotografias chegaram, foram expostas e através de votação os alunos elegeram a que mais gostaram.
As fotografias chegaram, foram expostas e através de votação os alunos elegeram a que mais gostaram.
As três fotografias mais votadas foram...
2.º lugar: Bernardo Louro, 5ºC |
Parabéns a todos os participantes!
Boas Leituras!
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Exposição de fotografias “No tempo em que…até os animais vão gostar de ler”
De 6 a 21 de fevereiro esteve na biblioteca uma exposição de fotografias “No tempo em que…até os animais vão gostar de ler” da autora Ana Maria Vidigal. Estiveram expostos 18 cartazes A2 com fotografias de animais a ler livros.
No dia 18 de fevereiro a autora da exposição, esteve na biblioteca à conversa com os alunos do 5.º A e do 3.º ano da Escola das Areias.
Os alunos do 3.º ano contam-nos como foi...
A
turma do 3º ano da escola EB1 das Areias
foi a uma visita de estudo. Esta visita
de estudo realizou-se na escola de Alapraia, no nosso Agrupamento. Fomos lá ver
uma exposição de fotografias de animais que estavam a ler livros. Cada animal
lia um livro onde estava a sua imagem representada. O animal que apareceu em
mais fotos foi o rato, o gato que estava a ler dois livros, o papagaio gostava
de falar em público, o porco que gostava de miminhos e o pavão que se achava
lindo. Também ficámos a saber que a senhora que tirou as fotos tinha um gato
chamado Kit-Kat.
Depois
de vermos a exposição estivemos a responder a umas perguntas. A ficha foi feita
em grupos de quatro. No final fizemos algumas perguntas à autora da exposição e
ouvimos duas histórias contadas por ela.
Foi
muito divertido!
Bernardo, Lourenço, Diogo Fernandes e o grupo
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
MIGUEL NUNCA DESISTE
pois já vem outra menina a caminho! Todos os nomes dos membros desta família
começam por M (Maria, Miguel, Mónica, Mariana, Manel, Margarida e Madalena) até
o apelido: Machado.
Miguel tem uma grande paixão pelo futebol e é apoiado por toda a família, especialmente por Mónica, a sua irmã preferida, que também gosta muito de jogar
futebol, e que alinha sempre nas suas partidas e brincadeiras.
Miguel é um rapaz amigável e está sempre a proteger os seus amigos, principalmente Rita, a rapariga de quem ele gosta. Rita é gozada pelos rapazes da sua turma pois
gagueja, mas Miguel e os amigos estão lá sempre para a defender.
Júlio, um treinador do Barça depois de ver Miguel a treinar quer que ele vá jogar para o
seu clube, pois acha que ele tem muito potencial. Mas Miguel fica dividido pois não
sabe se conseguirá ficar afastado da sua família, namorada e amigos...
Será que Miguel vai aceitar?
Gostei muito deste livro porque fala de jovens e do seu dia a dia. Tal como aconteceu com os outros livros desta coleção, quando comecei a ler já nem me apetecia parar.
4 razões para ler este livro:
• tem muitas peripécias que nos prendem ao livro para sabermos o
que vai acontecer a seguir;
• as partidas que o Miguel e os amigos fazem são divertidas;
• tem frases em espanhol que eu achei piada pois estou a aprender essa língua;
• é uma história curta e de fácil leitura.
Mariana Vasconcelos, 8.º A
Boas Leituras!
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sábado, 9 de fevereiro de 2013
Exposição de fotografias
"No tempo em que... até os animais vão gostar de ler"
De 6 a 21 de
fevereiro vai até à BE conhecer esta exposição de fotografias:
De 6 a 21 de
fevereiro vai até à BE conhecer esta exposição de fotografias:
e participa nas
atividades que te propomos:
1-
Concurso fotográfico
Fotografa o teu animal de estimação a ler um livro e envia para a
biblioteca.
Consulta o regulamento aqui
2- Jogo de descoberta da exposição (informação na BE)
Boas Leituras!
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
A propósito de ...
A propósito de...
...Barco de Chocolate
Os alunos reescreveram e ilustraram contos
O colar de Deolinda
Vou
contar-vos a minha história… Começo por dizer-vos que sou um cordão de ouro feito
com o ouro mais bonito, encontrado no Alto Minho, e trabalhado por um ourives
de Ponte de Lima no princípio do séc. XIX.
Mas a
Deolinda casou – se e teve seis filhos, dois rapazes e quatro raparigas. Entre as raparigas, houve uma que morreu e por isso acabei por ser dividido em três
partes, quando a minha dona morreu. Duas partes de mim foram com as suas novas
donas para a França e outra parte veio para Lisboa e, agora, está com a neta
mais nova da Deolinda. A minha nova dona é tão alegre e cheia de energia como a
antiga. Também ela gosta de me exibir, mas já não veste o traje típico minhoto. Em
vez disso, veste o seu traje de trabalho, um blazer e calças escuras para ir
para o escritório. Esses dias são aborrecidos e longos e só me alegro quando ao
fim do dia chega a casa para abraçar as suas três filhas amorosas. Eu próprio
sinto o calor desses abraços, que me fazem relembrar os mesmos abraços que
Deolinda dava aos seus seis filhos.
Sei que quando olham para mim, todos a recordam também, sentido saudades da sua alegria, do seu amor e companhia. Espero continuar a passar de geração em geração nesta família e levar a todos a mesma alegria que Deolinda dava. Sei que agora valho mais do que valia antes, mas não é só por isso que sou valioso. Sou mais valioso porque tenho muitas histórias para contar, que relembram os familiares queridos que já partiram.
A minha
primeira dona foi uma bela jovem chamada Deolinda, que me recebeu como prenda
de aniversário oferecida pelos seus pais. Era a mais nova de quatro irmãs e a
mais alegre de todas. Tinha sempre histórias engraçadas para contar e ninguém à
sua volta estava triste.
Sempre
que havia festas e feiras, a Deolinda levava-me, toda vaidosa, ao seu pescoço e
exibia-me com o seu traje típico de minhota. Nesses dias, ficava tão tonto de
girar por todo o lado… Deolinda passava o tempo a dançar, mesmo com o meu peso
ao pescoço.
Nessa
altura, eu era ainda muito comprido e para ser usado tinham de dar três voltas
ao pescoço. Era assim que deveria ser usado, porque era essa a tradição
minhota.
Sei que quando olham para mim, todos a recordam também, sentido saudades da sua alegria, do seu amor e companhia. Espero continuar a passar de geração em geração nesta família e levar a todos a mesma alegria que Deolinda dava. Sei que agora valho mais do que valia antes, mas não é só por isso que sou valioso. Sou mais valioso porque tenho muitas histórias para contar, que relembram os familiares queridos que já partiram.
Texto de: Carolina Antunes, 6.º G
Boas Leituras!
A propósito de...
Os alunos reescreveram e ilustraram contos
Uma
história de chocolate
-Avó,
avó! Conta uma daquelas histórias fantásticas, em que tu tinhas a nossa idade.-
Pede-me uma das minhas netinhas.
-
Muito bem. Então sentem-se todos ao pé da lareira que eu acho que me lembrei
duma daquelas histórias que eu adoro contar e que vocês adoram ouvir!
-Yeeh!-
Gritam em coro.
-
A Rita, a Margarida e a Bia sentam-se dum lado, enquanto o David e o Rodrigo se
sentam do outro. Eu fico no meio para não haver brigas!!!!
-Vá
lá, avó, vá lá. Conta lá a história.- Pediu outra vez ansiosa a Rita.-Tudo bem, tudo bem. Começou assim:
Quando estava no parque a brincar, ouvi um zum zum de que o Barco de Chocolate estava quase a zarpar. Fui logo perguntar aos meus pais que barco era esse que ía zarpar, e eles disseram-me que nunca me tinham falado desse barco, porque era um barco especial, onde as crianças podiam embarcar e tiveram medo que eu quisesse ir. Eu respondi:
Os meus
pais disseram que não, que eu não podia ir, e eu não insisti porque já sabia que
seria pior para mim. Passado algum tempo, quando fiz oito anos e os meus pais
receberam as minhas notas, é que eles me propuseram a viagem no Barco de Chocolate. Entusiasmada,
aceitei logo. Quando o barco de chocolate atracou no cais, fui eu fazer as
malas satisfeitíssima. Ao aproximar-me do cais, vi apenas um barco
completamente normal e, como é óbvio, fiquei muito assustada pensando que o
barco já se tinha ido embora…
-
Credo, avó! Tanto esforço para ter boas notas e depois não há barco?!
-Deixem-me
lá terminar a história. Além disso, Rodrigo, eu não sou como tu, que só fazes
as coisas se receberes algo em troca. Ora… Onde é que eu ía? ... Ah pois…
Quando
entrei no barco percebi por que é que o barco se chamava Barco de Chocolate: tudo, mas mesmo tudo, era feito de chocolate.
Fomos recebidos pelo capitão que nos informou acerca da hora de acordar: 9h da
manhã, e a hora de deitar: 9h da noite.
-Que
horror, avó! Tão cedo?!
-
Pois é, Beatriz, mas dantes tínhamos de nos ir deitar muito cedo.
-
Ora…
No
primeiro dia, comemos sem parar; no segundo dia, já estávamos cheios mas, mesmo
assim, comemos muito, porque ninguém queria perder a oportunidade; no terceiro
e último dia, já estávamos a rebentar, porém, quando bebemos uma bebida que nos
deixaram em cima da mesa, ficámos logo com fome outra vez. E comemos, comemos
sem parar…
-
Avó, avó, não sentiste saudades dos teus pais?
-
Claro David.
-
Eu gostava muito de andar nesse barco…
-Talvez
surja a oportunidade, Margarida, mas agora todos para a cama! Já é hora de os
meninos irem dormir.
-
Claro, as meninas ficam acordadas até mais tarde!
-
Ah! Ah! Ah, Beatriz! Tanta graça! Só por causa dessa, és a primeira a ir para a
cama.
-
Não, avó, não!!!
-
Agora vá. Dentes e cama, que eu já vos vou lá dar um beijinho de boa noite.
Texto de: Inês
Hasse, 6.ºE
ilustrado por: Vítor Viana, 6.º F
Boas Leituras!
À Conversa com…
Cristina Norton

Após uma
breve apresentação da escritora, alguns alunos do 6.ºE leram a sua recriação do
conto “O barco de chocolate”. Em seguida, começou uma conversa interessante e
esclarecedora. Descobrimos que gosta de dançar zumba, que o seu pai era polaco,
que pensou ser bailarina e que gosta de escrever poesia desde criança.
Acresce
ainda que, a história de O barco de
chocolate nasceu a partir das narrativas do seu pai acerca da viagem que
fariam de regresso à Polónia num barco feito de doces. Contou-nos, também, que
a vida de escritora é um pouco solitária, mas que tem muitos amigos com quem
gosta de conviver. Confidenciou, ainda, que sente muitas saudades da Argentina,
sua terra natal, apesar de viver em Portugal há mais de três décadas.
Por fim, a
Inês Hasse ofereceu à escritora um ramo de flores, em nome da Escola, todos
bateram palmas satisfeitos e a sessão terminou com autógrafos e agradecimentos.
Os alunos do 6.º E
Boas Leituras!
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Encontro com Escritores
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Concurso de leitura
A 10 de janeiro terminou a primeira fase do concurso nacional de leitura.
Os alunos leram os dois livros indicados e fizeram as fichas de leitura.
As três primeiras classificadas foram...
Agora aproxima-se a fase distrital, novas leituras, novas provas e muito convívio com todos os representantes das escolas do distrito de Lisboa!
Boas leituras!
Os alunos leram os dois livros indicados e fizeram as fichas de leitura.
As três primeiras classificadas foram...
- Núria Silva, 9.º E
- Mariana Lima, 8º C
- Micaella Brito, 9º B
Agora aproxima-se a fase distrital, novas leituras, novas provas e muito convívio com todos os representantes das escolas do distrito de Lisboa!
Boas leituras!
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2.º lugar: Bernardo Louro, 5ºC









